0
¥0

現在カート内に商品はございません。



Bolsonarismo e Necropolitica: Administração da Morte e Gerenciamento da Pandemia da Covid-19 no Brasil ∥ Teixeira, L.Belmiro & Gonçalves da Silva, J.C.

¥8,910 税込
商品コード: 192163
数量
カートに追加しました。
カートへ進む
商品コード(SBC): 192163
-----------------------------------
ISBN13: 9786553611429
-----------------------------------
サイズ: 16 x 23 x 2.5 cm
-----------------------------------
頁 数: 264 pgs.
-----------------------------------
装 丁: paper cover
-----------------------------------
出版社: Kotter Editorial
-----------------------------------
発行年: 2022
-----------------------------------
発行地: Curitiba
-----------------------------------
双書名: 


追加情報: ※ 詳細PDFリンク

※ パンデミック下のブラジルで“生と死”をめぐる政治を読み解く、ネクロポリティクス研究の最前線 ※

 本書は、ブラジルにおける新型コロナウイルス感染症の拡大期に、国家がどのように生と死を管理し、社会的弱者に不均衡な影響を及ぼしたのかを、ネクロポリティクスの理論枠組みから分析する研究書です。著者は、ボルソナロ政権下での政策決定過程、情報操作、医療体制の放置、ワクチン政策の遅延などを丹念に検討し、国家が危機管理を怠ることで特定の集団がより深刻な危険に晒される構造を明らかにします。また、政治的言説やメディア戦略が社会的分断を強化し、パンデミックの影響を拡大させた点にも着目し、国家権力と市民の生命の関係を批判的に読み解きます。さらに、アフリカ系住民、先住民、貧困層といった周縁化されたコミュニティがどのように不均衡な被害を受けたのかを示し、パンデミックが既存の社会的不平等を可視化・深化させた過程を分析します。公共政策研究、政治社会学、医療人類学において重要な視座を提供する一冊です。

[対象地域、年代、研究分野]
ブラジル/21世紀(COVID-19パンデミック期)/政治社会学・公共政策研究・医療人類学を対象とし、ラテンアメリカ政治研究者・社会政策研究者・パンデミック研究者を対象としています。

※ タイトルページ、目次、プロローグなどは「追加情報」のPDFをご参照下さい。


Description:
Quem decide sobre a vida ou a morte no Brasil contemporâneo? Fazemos esta pergunta diante dos mais de 500 mil óbitos provocados pela Covid-19 no país, o que nos coloca entre os maiores impactados pela pandemia do novo coronavírus em todo o mundo. Enquanto outros países, como os distantes Nova Zelândia e Coréia do Sul, ou o vizinho Uruguai, não mediram esforços para adotar o lockdown a fim de conter o ritmo da transmissão, e conseguiram manter sob controle o avanço da doença em seus territórios, nossos governantes optaram por estratégia diametralmente oposta. Em nome da preservação da economia se evitou a todo custo adotar medidas mais restritivas de isolamento social, com o Governo Federal se recusando a implementar uma política nacional de enfrentamento da crise sanitária.

As declarações e atitudes do Presidente Jair Bolsonaro desde a confirmação dos primeiros casos tem oscilado entre o negacionismo e o desprezo: chamou a Covid-19 de ‘gripezinha’; se recusou a usar máscara em público; promoveu aglomerações; recomendou a utilização de remédios sem eficácia comprovada; convocou os cidadãos a deixarem de ser ‘maricas’. Embora tenha se inspirado em líderes internacionais como Donald Trump (EUA) e Boris Johnson (GB), devemos reconhecer que Bolsonaro foi mais firme em seu posicionamento do que os ícones da nova direita mundial, mesmo com o país batendo sucessivos recordes de novos casos e de mortes não recuou em sua postura ou retirou suas palavras ofensivas.

A verve do ‘Capitão’ é conhecida desde os mandatos como deputado federal, no entanto, se naquela época lhe rendia o rótulo de ‘polêmico’, uma vez no mais alto posto da política nacional esta característica tão marcante só fez aprofundar a crise em que seu governo está mergulhado desde a posse. Entrou em rota de colisão com os governadores que propunham o isolamento social como principal medida de enfrentamento, elegendo como maiores adversários aqueles à frente dos dois estados mais ricos do país (RJ e SP), chegou a tentar intervir na atuação dos estados da federação através da Medida Provisória nº926/2020, que estabelecia que somente as agências reguladoras federais poderiam editar restrições à locomoção. Batalha da qual acabou saindo derrotado, quando Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu de forma unanime que governadores e prefeitos possuíam autonomia para determinar restrições à locomoção das pessoas em Estados e municípios.

Após o episódio fez questão de comemorar cada pequena vitória, principalmente contra seu maior desafeto, o Governador de São Paulo João Dória (PSDB), o tratando como adversário direto nas eleições presidenciais de 2022. Em uma de suas lives semanais afirmou que Dória deveria ‘procurar outro’ para pagar a vacina comprada junto aos chineses, e nas redes sociais fez questão de comemorar a suspensão pela Anvisa dos testes da mesma vacina após a morte de um dos voluntários: ‘Mais uma que Jair Bolsonaro ganha’.

Os únicos que receberam afagos foram seus apoiadores, a quem garantiu que independente da vacina que fosse aprovada e comprada, ninguém seria obrigado a toma-la, num aceno ao movimento antivacina que se espalhou em sua base de seguidores. E na divulgação do plano nacional de imunização fez questão de afirmar que ele próprio não tomaria a vacina, se colocando como garoto propaganda negacionista. Imprensa, oposição, cientistas e ativistas de diversas pautas reagiram demonstrando indignação, editoriais condenando sua postura foram enfáticos, notas de repúdio foram escritas às centenas, e proliferaram pedidos de impeachment assinados pela sociedade civil e/ou partidos políticos.




カテゴリ一覧

ページトップへ

この商品のレビュー ☆☆☆☆☆ (0)

レビューはありません。

レビューを投稿